Livros e Resenhas-Uma paixão extrema

Quem nunca se apaixonou não entenderá facilmente tais breves linhas. É algo que nos inebria e nos faz agir de modo consciente, porém com o motivo inconsciente do sentimento do amor. Há alguns que dizem que a paixão cega a pessoa e a torna inconsequente. Outros dizem que ela é necessária para impulsionar o ser humano em direção a ser melhor e tornar o outro melhor também. Mas em todas essas, a paixão é algo que surpreende.
Por algumas atitudes quando apaixonados, alguns são mal interpretados e tachados de loucos e inconsequentes, por simplesmente amarem. E amor é um combustível necessário nos dias árduos que vivemos. Parece que está definitivamente ausente em muitos corações. Permitir-se apaixonar-se é surreal para mentes secularizadas e racionalizadas ao extremo. O amor está esfriando em muitos corações.
Ações de amor ao extremo seriam somatórias às idas e vindas de cada vida que lê essas linhas. Faz tão bem sentir amor a pulsar!E consideremos mais ainda: é um bálsamo quando sentimos que somos amados e ao extremo então, servirá de alento nos dias sombrios. Saberemos com toda certeza que não estamos sozinhos e temos com quem contar, ainda que seja bem difícil a nossa jornada.
Tais entrelinhas nos fazem recordar de um ato de amor extremo por mim e por você. Um carpinteiro em Nazaré, condenado por suas ideias e postura contrária aos homens corruptos da época, foi levado à corte suprema e condenado. Na ocasião a morte vinha como suspenso numa cruz e como vergonha frente a todos quando colocado a morrer lentamente e sozinho. Defendendo suas convicções e seu amor pela causa a qual acreditava.
E aí que precisamos nos ater: uma paixão extrema pelos valores e crenças que ele carregava e um amor inexplicável por homens e mulheres. Um sentimento que constrange ante a postura que ele adotou de sofrer em nosso lugar. Pois o erro era passível de punição e ele agregou no ato da decisão de sofrer até a morte, e morte de cruz, a maior expressão do sentimento de amor na prática. De forma real e necessária. A cruz era para nós, errantes e pecadores.
Nosso intelecto não compreenderá jamais essa atitude, pois somente ele sabe o que sentiu. Estudos científicos comprovam que sua morte foi por uma agonia e angústia que fez com que seu coração não suportasse a dor. Ele também teve outros sentimentos agregados à paixão de seu ato por nós. Sentiu-se traído, sozinho e mal compreendido. Na verdade, ele não seria mesmo compreendido, pois amor assim, não se explica e sim, se aceita e ponto final.
E a pergunta reflexiva a finalizar nossas linhas: o que temos feito com esse ato apaixonante de um homem simples, cujo nome ecoa neste dia em que se menciona “A paixão de Cristo” ou “Sexta feira da paixão”? Talvez não estejamos fazendo nada ainda, mas é necessário agir, pois essa ação deste homem, de nos amar, só revela verdadeiramente que “a paixão de Cristo é você e eu”! O amaremos por ele ter nos amado primeiro?
Ame-o!Permita-se ser amado por ele!Apaixone-se por aquele que é apaixonado por ti, a despeito de quem és ou estás no dia de hoje. A despeito do seu e do meu passado. Esse ato de paixão extrema vem acompanhado de garantias futuras e eternas. Experimente!
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