Nota do Editor

Livro empolgante que envolve o leitor ainda mais no mundo criado por Patrick Rothfuss.

7
Leitura
8
Diversão
9
Conteúdo

O livro continua  a história de Kvothe, um adolescente inteligente que deseja se tornar Arcanista cursando a universidade, porem nesse segundo dia de conversa com o Cronista que registra suas aventuras ele se vê obrigado a abandonar a universidade por motivos maiores e começa uma jornada pelo mundo criado por Patrick Rothfuss.

Ele acaba viajando bastante e o autor aproveita para nos mostrar toda a riqueza de detalhes, canções, folclore e histórias de seu universo e ao longo da caminhada vemos Kvothe se tornar parte desse folclore,  uma lenda viva pelos feitos conquistados.

Sob a proteção e á serviços do Maer de vintas, que é um homem com poder e riqueza que se equipara ao rei Kvothe se torna herói, assassino, mercenário treinado pelos Anderianos (Guerreiros de ponta), além de  se encontrar com a própria Feluriana (mistura de ninfa e “sereia da floresta”) no mundo dos encantados. Kvothe acaba encontrando o nome do vento algumas vezes porem ainda sem controlar de fato a habilidade.

A Personalidade do Kvothe vai sendo trabalhada no decorrer do livro, pois no primeiro ( O nome do vento) ele vai de mendigo a aluno da universidade mas ainda não tem auto confiança, espalha somente boatos sobre seus feitos que se comparados aos do segundo livro são ínfimos, o fato é que no segundo livro ele ganha auto confiança pelo feitos incríveis que ele consegue atingir, e pela primeira vez na história vai moldando sua reputação com um teor maior de verdades, isso faz que ele se torne um pouco egocêntrico, mas o que eu considero normal para um jovem.

Porem ele não é só qualidades, Kvothe se mostra uma pessoa extremamente vingativa, principalmente no que se refere a Ambrose Dazno, e apesar de ser muito mais inteligente que a maioria, quando as pessoas o atingem nos pontos certo de seu ego, como falar mal de sua baixa etnia ou de “sua” preciosa Denna ele perde toda a razão e faz coisas estúpidas sem medir consequências.

Falando um pouco mais do primeiro livro, vemos que ele tem uma escrita mais infantil, onde você pode notar a intenção do autor em mostrar alguns valores morais que moldam a personalidade de Kvothe ainda criança e inocente, porem o segundo livro já tem uma escrita mais adulta e isso me deixa curioso para saber o que veremos no terceiro no que se refere a forma de apresentar a trama e os fatos.

 

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