Nota do Editor

Livro que nos faz pensar, será que o que queremos para nossa vida é o que realmente nos fará feliz?

7
Leitura
6
Diversão
9
Conteúdo

O lado bom da vida conta a história de Pat Peoples,  um ex-professor na casa dos 30 anos,  viciado em exercícios físicos, torcedor fanático dos Eagles e dono de um coração enorme, está determinado a  reconquistar sua mulher, sempre indo pelo lado bom das coisas. Pat foi internado em uma clínica psiquiátrica depois de ter assassinado o amante de sua esposa, Nikki. O problema é que Pat não se lembra de quanto tempo se passou enquanto esteve isolado do mundo, e muito menos o que aconteceu para fazê-lo ir para lá. A única coisa que ele sabe, é que a sua esposa, quis que eles ficassem um tempo separados.

Tentando recuperar sua memória,  ele se depara com mais um obstáculo; seu pai se recusa a ter uma  boa relação com ele, mas têm ao seu lado uma mãe que faz de tudo seu bem. No decorrer da história ele vai montando o quebra-cabeça da sua vida,  algumas memórias repentinas, alguns encontros com amigos. Pat tenta mudar o seu estilo de vida para agradar Nikki. Começa a assistir filmes favoritos dela, ler livros e ganhar um bom físico, até conhecer Tifanny, a irmã da esposa do seu amigo. Sua família e seus amigos incentivam a amizade dos dois, mas ele não quer envolvimento com outra mulher a não ser sua esposa. Ele não consegue entender porque todos acham que Nikki nunca voltará. Tifanny uma bela dançarina que tem uma personalidade forte e é peça chave na vida de Pat.

Livro narrado pelo Protagonista Pat, onde o leitor fica fissurado em todas as fantasias que se passam na cabeça dele.  O enredo realmente é bastante simples, para quem não entende e não gosta de futebol americano, acaba sendo um pouco chato e repetitivo e o fim é não é diferente do que o leitor espera.

Pat se esforçou muito para reconquistar Nikki, mas ao fim percebeu-se que nada disso serviu pra o real objetivo: o fim do tempo entre os dois. Mudar sua vida esperando aceitação de alguém dificilmente vai ser compensador.

Matthew Quick mostrou que finais felizes, nem sempre são aqueles queremos tanto, mas que de certa forma sempre chegam.

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