Blog Livro e resenha – Entrevista com o Vampiro

No livro “O Diário de Anne Frank” por Otto H. Frank e Mirjam Pressler (Best Bolso, 2013, 373 pág.) conseguimos visualizar o período da Segunda Guerra Mundial, a família Frank e outros judeus passam a viver em um gabinete ao qual o pai de Anne trabalhava, para fugir da perseguição dos nazistas, ao ouvir uma notícia no rádio quanto seria importante os relatos das atrocidades que aconteciam durante a Guerra, Anne decide escrever á respeito e chama seu diário carinhosamente como “Kitty”.

Anne nos envolve em sua realidade e nos faz sentir como se fosse uma amiga muito íntima a qual ela pode compartilhar seus segredos, seus medos, suas inseguranças e a sua tristeza ao lembrar-se dos amigos que não puderam se esconder ou escapar e que se encontravam sofrendo com os Nazistas, era impossível Anne não se revoltar com o que percebia à sua volta. Há todo momento podemos notar a tensão em que as famílias se encontram ali, o que cria diversos conflitos internos e o desejo crescente dessas famílias em poder voltar para suas casas e viver a vida normalmente. Com ajuda de um amigo, eles permanecerem á salvo entre o período de 12 de junho de 1942 á 1º de agosto de 1944, em que foram descobertos no “Anexo Secreto”. Seu pai foi o único sobrevivente e lutou para a publicação desse livro, a fim de realizar o sonho de Anne Frank, de ser conhecimento de todos o que passaram com os alemães.

Este importante documento histórico não é apenas interessante para quem gosta de estudar essa época, mas para quem não tem muita familiaridade com o assunto e gostaria de saber mais a respeito, recomendo este livro que explora de forma inocente e espontânea todo o drama de várias famílias judias vivenciadas nesse período.

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